Como é de conhecimento de todos os brasileiros nossa presidenta apresenta sempre uma forma de raciocínio enrolado, "um pensamento amplo e inacabado" como alguns diriam.
Se você não esta familiarizado com o que digo assista a alguns dos videos que você facilmente encontrará pela WEB, vídeos esses criticando a intelectualidade e capacidade em fazer um discurso que nossa presidente exibe.
Se você for alguém de outro planeta em algum tempo muito distante e esteja lendo isto vou lhe posicionar, no ano de 2014 pelo calendário cristão, ou calendário gregoriano, não sei ao certo qual a diferença ou se são a mesma coisa, amplamente adotado no Plante Terra houve eleições no Brasil, onde a presidente eleita foi Dilma Rousseff.
Se apoderando de sua lógica de raciocínio única criei uma figura imaginária a seus moldes, e que em algum momento proferiu o discurso citado adiante sobre o aborto, assunto este que deixei pairando em posts anteriores.
Retomando esta discussão agora adoto como argumento o discurso de nossa, ou minha, mas se você quiser também pode se a sua, presidenta imaginária. Repare que no mundo real Dilma Rousseff nunca fez tal pronunciamento, tão pouco sei se ela adotaria postura semelhante.
Observe que vai parecer um erro de escrita, mas faço "mau uso" de pontos e virgulas e crio intencionalmente um texto confuso com palavras sobrando e fora de concordância. Mas que é perfeitamente entendível. Imagine as vírgulas como paradas de alguns segundos onde nossa presidenta imaginária fica imóvel para uma câmera, também imagine que os pontos são pausas bem mais longas. Acompanhe essa brincadeira:
"Discurso a modo Dilma de ser:
_ Sabe, você, que eu não vejo. Que eu não sei. Qual que é, veja bem, qual é a diferença.
_ A diferença em dizer para um ser humano, dizer que ele pode ou não nascer.
_ No caso, se um ser humano nascer.
_ Então, ele vai ser abortado. Mas e se não fosse?
_ E se ele pudesse nascer? Sabe...
_ É que eu não vejo a diferença, entre uma pessoa não poder nascer. Isso por q? Porq os seus pais disseram que essa, essa não era a hora.
_ Bem... E dai, dai que esse ser humano, que é uma vida, uma nova vida.
_ Dai, esse ser humano não pode, ele não pode nascer, porque seus pais disseram que não, porq eles, os pais, eles não querem ter esse filho, então, de alguma forma, vejo eu.
_ De alguma forma, essa vida, o ser humano, já esta sendo abortado, sim, pois a partir que o momento, hora, o momento em que.
_ Em que a pessoa diz, que não é hora de ter esse filho, esse filho, já estará sendo abortado.
_ Essa é a diferença.
_ Então.
_ Quando um aborto é realizado, é obvio, são os pais que estão abortando. E eles, os pais, estão dizendo, que, esse filho, que é um ser humano, bem... Ele não pode nascer.
_ Então, eu não vejo qual é, que é, a diferença, nesse caso.
_ Ou um pai, ou mãe, aqui se referindo aos dois. Eles poder decidir quando e como ter filhos. Essa é, sim, a soberania deles. E o estado, o governo, não pode, decidir por esses dois indivíduos.
_ Porq é eles, que sim, temq decidir.
_ Então, por essa ótica, é complicado dizer.
_ Que.
_ Alguém, possa dizer, quando que um ser humano deve ter filhos.
_ Pois só em dizer para ele, ai sim, ai começa uma reação em cadeia. Que. Como. Vimos. Culminará, na não decisão, se esse filho. Se esse filho merece, ou não, nascer.
_ Então, o estado, não pode decidir sobre isso. E se assim os pais decidirem. O sistema de saúde, que esta la para atender a população. Bem. O sistema de saúde deve então, atender as decisões desses pais.
_ Então, se eles quiserem, e se assim decidirem, que.
_ Não devem engravidar, eles assim não o farão.
_ Seja pelo uso de métodos anticoncepcionais, ou não.
_ E vai, dai, da liberdade da própria mulher decidir, o que? Bem, o que fazer com o próprio corpo. Isto precisa ser discutido. E dai, bem e dai, até que o bebe não saia, do próprio corpo, o corpo, da mãe, esse bebe esta sob, a vontade da mãe. Se a mãe assim decidir, não se alimentar mais, o bebe, estará sob esta vontade.
_ Então. É a caráter. Da mãe, sim, mulher, decidir o que fazer. E o estado só poderá intervir. Quando, quando esse bebe estiver no mundo, fora, ai sim, do corpo da mãe."
PRONTO, EU ESTOU COMEÇANDO A AMAR A DILMA *-*
Este foi nosso pronunciamento da presidenta imaginária Dilma, sobre o aborto.
Ela foi categórica em afirmar que o estado só pode intervir depois que a criança nascer. Se a mãe quer ser assassina ou não. Isso é com ela.
E devem haver hospitais, que pelo menos atendam as pessoas que decidirem fazer o procedimento.
Eu acho que por fim o meu posicionamento não recai sobre o ato do aborto. Mas sim sobre ter filhos.
Acho coerente aceita a forma como as coisa são. Causa e consequência. Gravidez é consequência do sexo.
Inevitável.
Já que fez, assuma.
Por esse lado sou contra o aborto, mas a favor do uso de anticoncepcionais. O que eu não consigo diferenciar muito bem.
E só pra trazer mais esse debate, a igreja teve se posicionado muito contra o uso de anticoncepcionais, pois eles também são formas de aborto de vida.
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